A história de Kiss me First acompanha Leila, uma garota que vive dentro desse jogo de realidade virtual muito famoso chamado Azana World. Com a mãe morta e um segredo que carrega nas costas, ela vê em Azana uma válvula de escape da vida real. Mas, é ao encontrar um grupo de jogadores que tem acesso privilegiado a certa área do jogo que ninguém mais sabe da existência, que tudo começa a dar errado.
O grupo, chamado de Red Pill é composto por pessoas completamente desajustadas e com problemas sombrios e liderada pelo misterios Adrian. Quando Leila é convidada a se unir ao grupo, mistérios e o desaparecimentos dos integrantes do grupo a fazem se envolver com cada um para tentar descobrir o que está acontecendo.
A série intercala entre situações no mundo real e dentro do jogo, com a animação muito bem feita e que por vezes me fez lembrar de Jogador Número 1.
Kiss me first é baseada no livro de mesmo nome da autora Lottie Moggach e sua adaptação é do mesmo criador de Skins, então é inegável a semelhança entre os tons e a forma com as duas histórias são contadas.
Uma série curta com apenas seis episódios que aborda um tema não muito explorado: o vício em vídeo games e a relação das pessoas com a realidade virtual e a verdade.
Confesso que a série não é para todo mundo por abordar temas pesados e pela melancolia do enredo lento, mas continua sendo um mistério que te prende ainda que tenha cenas lentas e um enredo que não se preocupa em correr com a história.
A primeira temporada está disponível na Netflix.
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